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RURAL SERTANEJO
16 h às 17h30

Com Francimar Farias
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17/2/2015


17/2/2015


17/2/2015


Agenda e Eventos

Evangelho do dia (14)

Nascer do alto - Jo 3, 7b-15

“É necessário para vós nascer do alto. O vento sopra onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim é também todo aquele que nasceu do Espírito”. Nicodemos, então, perguntou: “Como pode isso acontecer?”. Jesus respondeu: “Tu és o mestre de Israel e não conheces estas coisas? Ninguém subiu ao céu senão aquele que desceu do céu: o Filho do Homem. Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também será levantado o Filho do Homem, a fim de que todo o que nele crer tenha vida eterna”. (Portal Paulinas)


Evangelho do dia (14)

14 de Abril - Santa Liduína (Lidvina)

Lidvina ou Liduína, como costuma ser chamada por nós, nasceu em Schiedan, Holanda, em 1380, numa família humilde e caridosa. Ainda criança, recolhia alimentos e roupas para os pobres e doentes abandonados. Até os quinze anos, Liduína era uma menina como todas as demais. Porém, no inverno daquele ano, sua vida mudou completamente. Com um grupo de amigos foi patinar no gelo e, em plena descida da montanha, um deles se chocou violentamente contra ela. Estava quase morta com a coluna vertebral partida e com lesões internas. Imediatamente, foi levada para casa e colocada sobre a cama, de onde nunca mais saiu, até morrer.

Depois do trágico acidente, apareceram complicações e outras doenças, numa seqüência muito rápida. Apesar dos esforços, os médicos declararam que sua enfermidade não tinha cura e que o tratamento seria inútil, só empobrecendo ainda mais a família.

Os anos se passavam e Liduína não melhorava, nem morria. Ficou a um passo do desespero total, quando chegou em seu socorro o padre João Pot, pároco da igreja. Com conversas serenas, o sacerdote recordou a ela que: "Deus só poda a árvore que mais gosta, para que produza mais frutos; e aos filhos que mais ama, mais os deixa sofrer". E pendurou na frente da sua cama um crucifixo. Pediu que olhasse para ele e refletisse: se Jesus sofreu tanto, foi porque o sofrimento leva à glória da vida eterna.

Liduína entendeu que sua situação não foi uma fatalidade sem sentido, ao contrário, foi uma benção dada pelo Senhor. Do seu leito, podia colaborar com a redenção, ofertando seu martírio para a salvação das almas. E disse ao padre que gostaria de receber um sinal que confirmasse ser esse o seu caminho. E ela o obteve, naquela mesma hora. Na sua fronte apareceu uma resplandecente hóstia eucarística, vista por todos, inclusive pelo padre Pot.

A partir daquele momento, Liduína nunca mais pediu que Deus lhe aliviasse os sofrimentos; pedia, sim, que lhe desse amor para sofrer pela conversão dos pecadores e pela salvação das almas. Do seu leito de enferma ela recebeu de Deus o dom da profecia e da cura pela oração aos enfermos. Após doze anos de enfermidade, também começou a ter êxtases espirituais, recebendo mensagens de Deus e da Virgem Maria.

Em 1421, as autoridades civis publicaram um documento atestando que nos últimos sete anos Liduína só se alimentava da sagrada eucaristia e das orações. Sua enfermidade a impossibilitava de comer e de beber, e nada podia explicar tal prodígio. Nos últimos sete meses de vida, seu sofrimento foi terrível. Ficou reduzida a uma sombra e uma voz que rezava incessantemente. No dia 14 de abril de 1433, após a Páscoa, Liduína morreu serena e em paz. Ao padre e ao médico que a assistiam, pediu que fizessem de sua casa um hospital para os pobres com doenças incuráveis. E assim foi feito.

Em 1890, o papa Leão XII elevou santa Liduína ao altar e autorizou o seu culto para o dia da sua morte. A igreja de Schiedan, construída em sua homenagem, tornou-se um santuário, muito procurado pelos devotos que a consideram padroeira dos doentes incuráveis.

(Portal Paulinas)

 

 


Campanha da Fraternidade 2015

Nesta terça-feira (14), às 9h, ocorre uma sessão especial da Câmara de Vereadores de Santarém. O Assunto é o tema da Campanha da Fraternidade: Igreja e Sociedade. Entre os assuntos da Campanha está a questão dos imigrantes que estão chegando a Santarém, sobretudo haitianos e colombianos. É uma realidade que precisa ser discutida entre todas as instituições da sociedade: governamentais e não governamentais. A sessão foi proposta pelo vereador Reginaldo Campos. (Pascom)


Show “Jonny em Santarém”

No domingo, 19 de abril, ocorre o show “Jonny em Santarém”. Ele vem de Brasília comemorar 30 anos de carreira. Será no Rancho Show Bar (em frente ao Parque da Cidade). Inicia às 20h. É destinado aos jovens, comunidades, paróquias, pastorais, grupos de oração, famílias e o povo em geral. O ingresso é no valor de 10 reais e pode ser adquirido na Garapeira Ipyranga, na recepção da Rádio Rural, e em secretarias paroquiais. O show terá a participação de artistas santarenos. Boa pedida para o domingo. (Pascom)

 


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